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Dicas De Presentes Para o Dia Das Mães 2018 • Website Virou Tendência


Cientista Brasileiro Cria 'minicérebro' Para Testar Droga Contra Síndrome


A gigante de bens de consumo Unilever decidiu se insurgir contra "influencers" - ou influenciadores digitais - que falsificam sua relevância nas mídias sociais para obter dinheiro promovendo produtos. Será o começo do fim da lua de mel entre empresas e "campeões de curtidas" no Instagram? Todos prontamente ouvimos expor de estrelas do Youtube, Facebook e Instagram que ganham uma riqueza promovendo marcas nas suas páginas das mídias sociais. 20 mil por artigo.


No entanto parece que alguns deles estão burlando o sistema para receber dinheiro, comprando exércitos de seguidores de organizações que usam bots (robôs) automáticos para gerar contas falsas e simular interações. O engajamento com outros usuários de mídias sociais e a quantidade de seguidores são as principais métricas de avaliação dos influencers.


A multinacional Unilever falou que quer visualizar "mais transparência" pela indústria de marketing dos influenciadores digitais. O temor é que, devido a das trapaças pra comprar "curtidas", os freguêses deixem de confiar nos donos desses perfis e nas marcas associadas a eles. O Instagram diz que bloqueia milhões de contas falsas diariamente e trabalha "duro" para criar o relacionamento entre marcas e influenciadores digitais.


  • Daniel Callegaro (conversa) 02h39min de 7 de julho de 2011 (UTC)

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Entretanto alguns dos verdadeiros influencers temem ser atingidos no fogo cruzado. Nova York Olivia Rink, 27, uma blogueira de moda e estilo de vida que imediatamente foi líder de torcida (cheerleader). Será que o boom de marketing por meio de "influencers" está prestes a terminar? Rink de imediato trabalhou com mais de 600 marcas e diz que dedica quatro horas por dia à audiência do teu site. No entanto a Unilever não é a única marca insatisfeita com os caminhos do mercado de influenciadores digitais- outras redes de hotéis disseram à revista The Atlantic que não querem mais trabalhar com influencers. Eles demonstram que recebem uma enxurrada de pedidos de hospedagem e despesas gratuitas, mas o regresso desses investimentos não é nada tangível.


Outros resorts passaram a implementar um processo de observação e seleção para garantir que os influenciadores de fato possuem engajamento real e orgânico com o público, sem o uso de bots. Em outro sinal de desencanto, parece que agências de marketing estão dispensando os influencers de tuas estratégias de ação, de acordo com a agência de marketing baseada no Reino Unido Zazzle Media.


A corporação, que tem dez mil influencers em sua relação, se surpreendeu ao achar que nenhuma das corporações de marketing britânicas que responderam a um levantamento planejavam investir em influencers nos próximos 12 meses. Simon Penson, fundador e diretor-executivo da Zazzle Media. Natascha Glock, 25, uma influencer de boniteza e estilo de vida que mora em Frankfurt, na Alemanha, diz que não é "íntegro" o uso de bots. Ela tem mais de 51 mil seguidores - a maioria homens e mulheres entre 18 e 25 anos, na Alemanha- e prontamente trabalhou com 200 marcas, inclusive a Dove, que é da Unilever. O serviço como influenciadora digital garante uma interessante remuneração, diz a jovem. Todavia ela precisou de dois anos pra conquistar um público vasto o bastante para atrair as marcas.


Toula Rose, uma blogueira de moda que mora em Londres diz que a "a pressão por audiência" faz com que alguns influenciadores recorram aos bots. Todas as 3 mulheres com quem esta reportagem falou declaram que o Instagram não se resume a imagens bonitas - leva horas para produzir e estilizar as imagens, planejar e construir conteúdo, engajar o público e aconselhar ideias às marcas.

Tags: blog

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